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Os perigos da corrente elétrica

24 de Janeiro de 2018  |  
Os perigos da corrente elétrica

Ainda que o choque elétrico possa ser classificado por diferentes tipos e intensidades, existe um fator em comum entre todos eles: todos são desagradáveis e nocivos. Considerada um dos principais riscos quando falamos sobre segurança do trabalho, a eletricidade pode causar queimaduras, contrações musculares e oferecer sérios riscos ao sistema nervoso – isso quando ela não é fatal.

Os tipos de correntes

Para classificarmos os tipos de correntes, é preciso considerar a Corrente Direta (DC), que é a eletricidade que se move em direção contínua, ou Corrente Alternada (AC), que é quando esse movimento e intensidade variam ciclicamente. Dessa forma, conseguimos entender que a forma com que o AC afeta no corpo humano varia de acordo com a frequência. Por exemplo, segundo o INBEP, uma AC de baixa frequência (50 a 60 Hz, por exemplo) pode ser mais perigosa do que a AC de alta frequência e até 5x mais nociva que uma DC da mesma tensão e amperagem. Isso porque a CA produz contração muscular prolongada (tetania), que pode “grudar” a mão do colaborador na fonte de energia e prolongar a exposição ao choque. Em uma situação similar, na DC, seria provável uma única contração convulsiva e que, na maioria das vezes, afasta a vítima da fonte atual.

No gráfico abaixo, é possível entender como o corpo pode reagir às descargas, de acordo com a frequência.

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Na imagem, você consegue ver que apesar da figura mostrar a mesma potência (60 Hz), os efeitos são diversos, dependendo da quantidade de corrente. De 1 a 5 mA, o choque está no que é chamado de “Limiar de Percepção”. De 5 a 10 mA, é o “Limiar de Dor”, em que há o contato com uma corrente mínima no qual a maioria das pessoas já teve alguma experiência. De 10 a 20 mA é a “Corrente de Let-Go”, em que o indivíduo contrai sua musculatura e não consegue se soltar. De 100 a 500 mA é sentida a “Corrente de Fibrilação”, em que existe o risco de vida. De 500 mA em diante, ocorrem queimaduras graves e sérios riscos de morte.

O que fazer em casos de choque elétrico

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A vítima de choque elétrico deve ser socorrida imediatamente, por isso, é sempre importante disseminar a cultura da segurança no ambiente de trabalho – dessa forma, qualquer colaborador saberá o que fazer diante de um acidente. É primordial que, em casos de acidente, o socorro seja feito da seguinte forma:

Se estiver consciente e respirando: acalme a vítima até a chegada dos médicos.

Se estiver inconsciente, mas respirando: deite-a de lado, colocando-a em posição lateral de segurança.

Se estiver inconsciente e não estiver respirando: inicie massagem cardíaca e a respiração boca-a-boca.

Fonte: TuaSaúde e dupont

 

Lembrando que melhor do que saber sobre os efeitos da eletricidade no corpo e como lidar com possíveis acidentes, é preveni-los, por isso, jamais dispense o uso de EPI e de materiais que assegurem a segurança dos seus colaboradores. Seu cuidado salva vidas.

 

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